Artigo

Reunião de condomínio. Por que participar?

Convocar a assembleia dos condôminos é atuação prevista em lei.

Dra. Marcia Pimentel

Depois de um dia ou semana exaustivos, muitos condôminos não se motivam a participar das reuniões de condomínio, optando por usar o seu tempo para atividades pessoais. Há também aqueles que gostariam de participar, mas não podem estar na data e horário designados.

O comparecimento (ou nomeação de representante) contribui para a satisfação de um interesse individual: a tranquilidade no local de moradia ou de trabalho - com reflexo positivo à coletividade – pois, a participação nas reuniões de condomínio incentivará a boa administração do síndico. Há, inclusive, previsão no Código Civil:

Art. 1.350. Convocará o síndico, anualmente, reunião da assembleia dos condôminos, na forma prevista na convenção, a fim de aprovar o orçamento das despesas, as contribuições dos condôminos e a prestação de contas, e eventualmente eleger lhe o substituto e alterar o regimento interno.

Sendo assim, convocar reunião de condomínio é dever legal do síndico, o qual busca desenvolver as suas atribuições de forma ética, ativa e transparente. E, ainda por prudência, cada vez mais na sua gestão têm-se aliado à advocacia especializada visando redução de custos, segurança jurídica nas contratações, diminuição de conflitos, defesa de interesses e análise de riscos para tomada de adequadas decisões.

Portanto, é muito importante à participação dos condôminos nas reuniões para que conheçam e se aproximem do trabalho efetuado pelo síndico, contribuindo para uma administração harmoniosa e eficiente, além de proporcionar o bem estar coletivo.

---

Notícias

 

10 direitos que você tem, mas não sabia que tinha

1. Pessoa Jurídica também é Consumidora
O Código de Defesa do Consumidor também se aplica as pessoas jurídicas, quando estas adquirem produtos ou serviços na qualidade de destinatárias finais.

2. É legal a cobrança da SATI (Serviço de Assessoria Técnico Imobiliária) no momento da compra do imóvel?

SAIBA MAIS

Aposentado não tem direito de permanecer em plano de saúde custeado integralmente pela empresa

A manutenção de ex-empregados aposentados ou demitidos sem justa causa em planos de saúde coletivos é permitida nos casos em que o trabalhador contribuiu regularmente com o plano durante o período de vigência do contrato de trabalho. Não fazem parte do caráter contributivo os pagamentos realizados a título de coparticipação...

SAIBA MAIS

Empresa fiadora de empregado não consegue descontar da recisão dívida com imobiliária

A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho desproveu agravo de instrumento de empresa contra decisão que a condenou a devolver R$ 14 mil descontados da rescisão de um coordenador operacional. A empresa era fiadora de contrato de locação assinado pelo trabalhador, e o valor foi retido após o empregador quitar pagamentos atrasados e reparos no imóvel. A falta de permissão em lei e a natureza cível da dívida, 

SAIBA MAIS